Pages

Tecnologia do Blogger.

Marcadores

Teste Teste Teste

Teste Teste Teste

Teste Teste Teste

Videos Gratis

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Inspirado no Barça, técnico do Santos sub-20 rechaça jogar 'feio' para vencer



Jogar para frente, com a bola no chão e revelar jogadores que possam ser utilizados no profissional. Essa é a filosofia da categoria de base do Santos, que, mais do que ganhar títulos, prioriza preparar craques para o futuro.

Após o título da Copa São Paulo de Futebol Júnior, nessa sexta-feira, sobre o Goiás, no Pacaembu, o técnico do sub-20, Claudinei Oliveira, falou sobre o assunto e disse que prefere perder a mudar o "DNA" do Peixe.

- Desde antes da Copa São Paulo do ano passado tivemos uma conversa na qual a direção passou que a gente deveria sempre buscar o jogo ofensivo, independentemente do resultado, bucar o jogo, vencer e convencer. A cidade de Jaguariúna nos recebeu muito bem na primeira fase da Copinha, mas lá o campo era estreito e facilitava para quem defendia. Em Barueri e no Pacaembu conseguimos impor toque de bola vencer - disse.

- O título vai agregar muito na minha carreira, mas, se para ganhar eu precisar trair as tradições do clube,  o que o clube pretende, que é jogar bonito, prefiro não ser campeão - completou.
Além de Claudinei e dos técnicos das divisões inferiores do clube, os responsáveis por essa filosofia no Peixe são Luiz Fernando Moraes, gerente da base, Felipe Faro, superintendente de esportes, e Augusto Videira, membro do Comitê de Gestão responsável pelas categorias abaixo do profissional.
Para criar esse estilo de jogo, o Santos se inspira em experiências internacionais.

- A equipe que a gente procura fazer parecido é o Barcelona. Jogar como a Seleção da Espanha, a Seleção da Alemanha... Estamos tentando isso, jogar sem um volante que só marca, que todos joguem, recuperarem a bola no campo de ataque... - destacou Claudinei Oliveira.
O presidente Luis Alvaro Ribeiro não quis se aprofundar no tema, mas fez questão de falar da tradição alvinegra de revelar grandes jogadores.
Essa é a filosofia do Santos. É o Claudinei na base e o Muricy no profissional. No jogo contra o Botafogo-SP (quarta-feira, na Vila Belmiro), o toque de bola do Santos ficou claro. Renê Júnior ajudando a zaga, o Arouca saindo para o jogo... É a mesma matriz. O mesmo estilo que existe no profissional existe na base. Isso facilita muito a integração dos jovens valores quando chegam ao profissional. É uma vocação que o Santos tem - analisou o dirigente, que está de licença médica e deve retornar ao dia a dia do clube no próximo mês.

0 comentários:

Postar um comentário