sábado, 16 de março de 2013
Por traumas e exposição, São Paulo deve manter Ney Franco. Desconforto com elenco cresce
Ney Franco não deve ser demitido pela diretoria do São Paulo, pelo menos até o fim da fase de grupos dessa Libertadores. O que o respalda, porém, não é o trabalho, mas sim o trauma das trocas de comando nos últimos anos, e o medo da cúpula de ser vista como culpada. No elenco, porém, aumentam as ressalvas com o técnico.
Ney Franco diz que o grupo está fechado, unido, mas enfrenta resistência dos líderes do elenco. Neste momento, os jogadores não estão na mesma sintonia de trabalho.
Após a derrota por 2 a 1 para o Arsenal, na Argentina, um novo atrito se fez. Durante o jogo, o veterano
Lúcio, contratado para dar à equipe o perfil necessário na Copa Libertadores, foi substituído e não cumprimentou nem Ney Franco, nem colegas de equipe. Correu para o vestiário, e após o apito final foi o primeiro a entrar no ônibus, cerca de trinta minutos antes do elenco.
O que gera desconforto entre Ney Franco e o elenco:
Modo de trabalho
Logo que chegou, Ney Franco não agradou a todos do elenco pelo modo de trabalho. É o auxiliar Éder Bastos que tem relação mais próxima com os jogadores nos treinos.
Rogério Ceni
Na Sul-Americana do ano passado, o capitão discutiu com o técnico ao pedir uma substituição em jogo.
Postura
Discreto, Ney não agrada aos jogadores que querem postura enérgica.
Esquema
As constantes mudanças de formação no time também incomodam. Em 2013, time titular está indefinido.
Ganso
Contratado por R$ 24 milhões, o meia ainda não é titular. No último domingo, contra o Palmeiras, se irritou ao ser substituído e reclamou.
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